Pagamos tudo em segundos, menos o que é essencial
O artigo discute o paradoxo dos pagamentos no Brasil, onde a conveniência digital para compras e serviços contrasta com a burocracia ainda presente no pagamento de contas essenciais, apesar da evolução dos meios de pagamento como Pix e carteiras digitais.
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05/04 às 05:19
Pontos principais
- Consumidores enfrentam processos antigos para pagar contas essenciais, como boleto bancário, enquanto outros setores oferecem pagamentos instantâneos.
- O boleto bancário, criado há mais de três décadas, cumpriu sua função inclusiva, mas não acompanhou a evolução digital do Brasil.
- A bancarização e a inclusão financeira foram aceleradas por fintechs e neobancos, massificando o uso de cartões.
- A criação do Pix pelo Banco Central revolucionou os pagamentos, elevando a expectativa do consumidor por experiências instantâneas.
- Novas tecnologias como Pix por aproximação, Automático e biometria, além de carteiras digitais (Apple Pay, Google Pay) e apps (NuPay, PicPay, WhatsApp Pay), estão em ascensão.
- Há uma grande oportunidade para modernizar a jornada de pagamento de contas essenciais, digitalizando faturas e oferecendo meios mais fluidos.
- A digitalização dos pagamentos de contas essenciais pode aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a competitividade das empresas e do país.
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Pedro Ripper (cofundador e CEO da Bemobi)Marcelo Trindade
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