Orbán promete repressão a ONGs ‘falsas’ se vencer eleição na Hungria
14 de fevereiro, 2026 às 17:14
InfoMoney
Resumo
O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán promete reprimir ONGs e forças de oposição que ele considera "falsas" e financiadas por Bruxelas, caso seja reeleito, enquanto enfrenta um forte desafio do partido Tisza nas próximas eleições.
Pontos principais
- Viktor Orbán prometeu reprimir forças de oposição "falsas" financiadas por Bruxelas se vencer as eleições na Hungria.
- Ele descreveu o partido de oposição Tisza como uma "criação" da União Europeia e de políticos alemães.
- Orbán acusou a Shell Plc e o Erste Group Bank AG de apoiar a oposição e lucrar com a guerra na Ucrânia.
- O líder do Tisza, Peter Magyar, ex-integrante do Fidesz, está em ascensão e se reuniu com líderes europeus.
- Orbán enfrenta seu maior desafio em 16 anos devido a uma economia lenta, serviços públicos deteriorados e escândalos.
- A Hungria tem se isolado na UE por alegações de corrupção e repressão à sociedade civil, além de vetar apoio à Ucrânia.
- Relatos de emissões tóxicas em uma fábrica da Samsung, celebrada pelo Fidesz, adicionam combustível à oposição.
Entidades mencionadas
Pessoas
Viktor Orbán (primeiro-ministro húngaro)
Istvan Kapitany (principal assessor econômico do Tisza)
Peter Magyar (líder do Tisza)
Donald Tusk (primeiro-ministro polonês)
Friedrich Merz (chanceler alemão)
Organizações
Tisza
União Europeia
Shell Plc
Erste Group Bank AG
Fidesz
Bloomberg
Samsung
Lugares
Hungria
Bruxelas
Ucrânia
Budapeste
Munique
Polônia
Alemanha
Rússia
