MPRJ recomenda uso correto das câmeras corporais pelas polícias do Rio
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou o uso correto das câmeras corporais pelas polícias Civil e Militar após investigações revelarem descaso e irregularidades, incluindo a morte de uma médica com câmeras descarregadas.
|
19/03 às 07:57
Pontos principais
- O MPRJ recomendou o uso adequado de câmeras corporais (COPs) pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro.
- A recomendação surge após investigações do GAESP/MPRJ sobre irregularidades no uso das COPs, como na Operação Contenção, que resultou em 122 mortes.
- Ofícios foram enviados às secretarias de segurança e ao STF, no âmbito da ADPF 635, para controle externo da atividade policial.
- A morte da médica Andrea Marins Dias, em Cascadura, expôs o problema, pois as câmeras dos policiais envolvidos estavam descarregadas.
- Irregularidades incluem ausência de uso, equipamentos descarregados, falta de baterias suplementares e planejamento inadequado.
- O MPRJ pede que a Polícia Civil aprimore o uso das COPs em diversas atividades ostensivas e operacionais.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Antonio José Campo Moreira (procurador-geral de Justiça)Andrea Marins Dias (médica)
Organizações
Ministério Público do Rio (MPRJ)Polícia CivilPolícia MilitarGrupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ)Supremo Tribunal Federal (STF)
Lugares
Rio de JaneiroComplexo da PenhaComplexo do AlemãoCascadura
