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Morte de ativista de extrema direita acirra ânimos na política francesa

16 de fevereiro, 2026 às 14:59
G1 Mundo

Resumo

A morte de Quentin Deranque, ativista de extrema direita, em Lyon, acirra a polarização política na França e gera acusações entre esquerda e direita radical a um mês das eleições municipais.

Pontos principais

  • Quentin Deranque, 23 anos, militante de extrema direita, morreu em Lyon após uma agressão durante um protesto.
  • A Justiça abriu uma investigação por homicídio doloso, mas ainda não há detenções.
  • O governo francês acusou a esquerda radical, especificamente o partido França Insubmissa (LFI), de incentivar um clima de violência.
  • A extrema direita atribuiu o ataque a ex-ativistas do movimento antifascista Jeune Garde, que negou envolvimento.
  • A agressão ocorreu em meio a um confronto entre grupos de extrema esquerda e extrema direita, resultando em traumatismo cranioencefálico grave para Deranque.
  • O incidente reativou o confronto político em um cenário de polarização crescente, antes das eleições municipais de março e da presidencial de 2027.
  • Pesquisas indicam o Reagrupamento Nacional (RN) como favorito para as próximas eleições, com Jordan Bardella podendo ser o candidato presidencial caso Marine Le Pen permaneça inelegível.

Entidades mencionadas

Pessoas
Quentin Deranque (militante de extrema direita)
Thierry Dran (promotor de Lyon)
Maud Bregeon (porta-voz do governo francês)
Rima Hassan (eurodeputada de esquerda)
Jean-Luc Mélenchon (líder da LFI)
Emmanuel Macron (presidente da França)
Marine Le Pen (candidata da extrema direita)
Jordan Bardella (protegido de Marine Le Pen)
Édouard Philippe (ex-primeiro-ministro de centro-direita)
Organizações
França Insubmissa (LFI)
Jeune Garde (Jovem Guarda)
Reagrupamento Nacional (RN)
AFP
TF1
Lugares
Lyon
França