Moraes vota para manter condenação de réus do Núcleo 3 da trama golpista
15 de fevereiro, 2026 às 19:15
InfoMoney
Resumo
O ministro Alexandre de Moraes votou pela manutenção das condenações de sete réus do Núcleo 3 da trama golpista, rejeitando os recursos apresentados e afirmando a inexistência de obscuridade, contradição, omissão ou dúvida nas decisões anteriores.
Pontos principais
- Alexandre de Moraes, relator da ação penal, votou pela rejeição dos recursos de sete condenados do Núcleo 3 da trama golpista.
- Os embargos de declaração estão sendo analisados pela Primeira Turma do STF em plenário virtual, com prazo final em 24 de fevereiro.
- Moraes argumentou que os embargos só são cabíveis em casos de obscuridade, contradição, omissão ou dúvida, o que ele não identificou na decisão.
- Os réus questionam pontos da decisão, incluindo a participação individual e a dosimetria das penas.
- O voto de Moraes reiterou a existência de uma organização criminosa armada, liderada por Jair Bolsonaro, com o objetivo de impedir o exercício dos poderes constituídos e a posse do governo eleito.
- O Núcleo 3 foi responsabilizado por planejar ações táticas para o golpe, incluindo a discussão de sequestro e assassinato de autoridades.
- Entre os condenados com penas mais altas estão Bernardo Romão Corrêa Netto (17 anos), Hélio Ferreira Lima (24 anos) e Rodrigo Bezerra de Azevedo (21 anos).
Entidades mencionadas
Pessoas
Alexandre de Moraes (ministro do STF)
Ronald Ferreira de Araújo Júnior
Hélio Ferreira Lima
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros
Wladimir Matos Soares
Rodrigo Bezerra de Azevedo
Fabrício Moreira de Bastos
Bernardo Romão Corrêa Netto
Jair Messias Bolsonaro
Cármen Lúcia (ministra do STF)
Cristiano Zanin (ministro do STF)
Flávio Dino (ministro do STF)
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Geraldo Alckmin (vice-presidente)
Estevam Theophilo (general)
Rafael Martins de Oliveira
Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)
Primeira Turma da Corte
Governo Federal
Forças Armadas
Exército
Polícia Federal
Ministério Público
