Moraes rejeita plano de trabalho na prisão de militares condenados na trama golpista
O ministro Alexandre de Moraes rejeitou os planos de trabalho propostos pelos militares Almir Garnier e Mário Fernandes, condenados por participação na trama golpista, considerando-os inadequados para a redução de suas penas.
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24/01 às 14:45
Pontos principais
- Alexandre de Moraes rejeitou os planos de trabalho do ex-comandante da Marinha Almir Garnier e do general do Exército Mário Fernandes.
- Os militares foram condenados por participação na trama golpista e buscavam reduzir suas penas através de trabalho.
- As propostas incluíam atividades de 'aperfeiçoamento' das instituições militares, consideradas 'inadequadas' por Moraes.
- Garnier cumpre 24 anos de prisão e Fernandes, 26 anos e seis meses, ambos em instalações militares.
- Moraes determinou que novos planos de trabalho sejam apresentados, focando em atividades administrativas.
- Garnier foi o único chefe das Forças Armadas a apoiar Bolsonaro na tentativa de reverter as eleições de 2022.
- Fernandes é acusado de elaborar um plano de assassinato contra autoridades, incluindo Moraes, conhecido como 'Punhal Verde e Amarelo'.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre de MoraesAlmir GarnierMário FernandesJair BolsonaroMarco Antônio Freire GomesCarlos de Almeida Baptista Júnior
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