Montadoras e sindicatos se unem para defender imposto sobre peças de carros chineses
12 de fevereiro, 2026 às 17:52
InfoMoney
Resumo
Montadoras e sindicatos brasileiros se unem para defender a manutenção do imposto de importação sobre CKDs de carros elétricos chineses, visando proteger a indústria nacional e a geração de empregos.
Pontos principais
- Montadoras e sindicatos defendem a manutenção do imposto de importação para CKDs (partes importadas) de carros eletrificados chineses montados no Brasil.
- O benefício tributário para CKDs foi extinto em 31 de janeiro, após seis meses de vigência, e não foi prorrogado.
- A Anfavea argumenta que o uso de CKDs em larga escala pode levar a uma industrialização de baixa qualidade e limitar a geração de empregos.
- Diversas centrais sindicais e federações industriais, como CUT, Força Sindical, Fiesp, Fiemg e Firjan, apoiam o pleito da Anfavea.
- O governo federal havia concedido a isenção atendendo a um pedido da BYD, que iniciou a montagem local em Camaçari, Bahia.
- Veículos importados voltam a seguir o cronograma de elevação tarifária, que pode chegar a 35% a partir de janeiro de 2027.
- O setor automotivo, segundo a Anfavea, oferece remuneração e tempo de permanência no emprego superiores à média da indústria, além de impulsionar pesquisa e desenvolvimento.
Entidades mencionadas
Pessoas
Igor Calvet (presidente da Anfavea)
Organizações
Anfavea
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Força Sindical
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM)
Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fit Metal)
Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Fiesp
Fiemg
Firjan
Câmara de Comércio Exterior (Camex)
BYD
Lugares
Brasil
Camaçari
Bahia
