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'Meus filhos foram recrutados para um esquema de tráfico humano e me juntei à polícia para tentar encontrá-los'

Um pai da Guiné se une à polícia para encontrar seus filhos, vítimas de um esquema de tráfico humano na África Ocidental, que usa o nome da empresa QNET como fachada para enganar jovens com promessas de trabalho no exterior.

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14/02 às 15:39

Pontos principais

  • Foday Musa busca seus dois filhos, recrutados por traficantes que prometiam trabalho no exterior, mas os levaram para Serra Leoa.
  • O esquema criminoso usa o nome da empresa legítima QNET para ludibriar vítimas na África Ocidental, cobrando grandes somas por falsas oportunidades de emprego.
  • A Interpol na Guiné e Serra Leoa investiga o caso, com Foday Musa participando de batidas policiais em Makeni, Serra Leoa.
  • Vítimas como Aminata são forçadas a recrutar outras pessoas e, em alguns casos, a se prostituir para sobreviver, antes de perceberem que o trabalho prometido nunca se concretiza.
  • A QNET lançou uma campanha de conscientização contra os golpes que usam seu nome, afirmando não ter ligação com o tráfico de pessoas.
  • Apesar das batidas policiais e resgates, a impunidade é alta na região, com poucas condenações por tráfico humano.
  • Os filhos de Musa foram libertados, mas o paradeiro de um deles ainda é desconhecido, e a filha não quis contato com o pai, evidenciando a vergonha das vítimas.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Foday MusaMahmou Conteh (chefe de investigações da unidade contra o tráfico de pessoas da Interpol)Aminata

Organizações

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Lugares

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