Mercado comprou fim rápido da guerra, mas pode ter sido otimista demais, alerta UBS
O UBS alerta que o mercado pode ter sido otimista demais ao precificar um fim rápido para a guerra com o Irã, apesar das declarações de Donald Trump, e aconselha cautela aos investidores.
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10/03 às 13:41
Pontos principais
- O mercado reagiu positivamente às declarações de Donald Trump sobre um possível fim rápido da guerra com o Irã e a discussão com Vladimir Putin sobre a crise do petróleo.
- O UBS, através de Mark Haefele, adverte que essa leitura pode ser excessivamente otimista, pois a resolução da crise e a retomada dos fluxos de energia não são garantias imediatas.
- Ainda há incertezas sobre a liderança no Irã e a navegação segura pelo Estreito de Ormuz, que pode permanecer limitada mesmo com seguros oferecidos.
- A cautela do UBS foi reforçada por ataques intensos contra o Irã e a manutenção da pressão militar por EUA e Israel.
- No curto prazo, a reabertura da rota em Ormuz depende de acordos políticos ou da eficácia dos comboios navais dos EUA.
- A longo prazo, o comportamento do preço do petróleo será crucial; se permanecer elevado, pode impactar inflação e crescimento global.
- O banco recomenda que investidores diversificados mantenham-se investidos, mas sugere reduzir riscos progressivamente para quem busca uma abordagem mais tática.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald Trump (presidente americano)Vladimir PutinMark Haefele (CIO global do braço de Wealth Management do UBS)Pete Hegseth (Secretário de Defesa dos EUA)
Organizações
UBSInfomoney
Lugares
IrãOrmuzEUATeerãIsrael
