Megainvestidor Stan Druckenmiller revela posição em ações brasileiras antes do rali
O megainvestidor Stanley Druckenmiller, através de sua gestora Duquesne Family Office, ampliou significativamente sua posição em ações brasileiras via ETF pouco antes de um rali de 17% em janeiro, impulsionado pela fraqueza do dólar e alta das commodities.
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18/02 às 13:15
Pontos principais
- A Duquesne Family Office, gestora de Stanley Druckenmiller, aumentou sua posição no iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) em US$ 112,8 milhões e comprou opções de compra no valor de US$ 134,3 milhões.
- O ETF EWZ valorizou 17% em janeiro, seu melhor desempenho mensal desde 2020, impulsionado pela desvalorização do dólar e alta das commodities.
- A gestora também liquidou sua posição no Global X MSCI Argentina ETF.
- A alta do mercado brasileiro foi liderada por ações de alta liquidez como Vale e Petrobras, que são portas de entrada para investidores estrangeiros.
- A expectativa de cortes de juros no Brasil e o otimismo com ativos de mercados emergentes têm atraído capital estrangeiro.
- Estrategistas do Itaú BBA observam um aumento do interesse de investidores globais na América Latina, buscando aumentar a exposição a ações brasileiras via EWZ.
- Cerca de 64% dos gestores de fundos latino-americanos consultados pelo Bank of America esperam que o Ibovespa supere 190 mil pontos até o fim de 2026.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Stanley Druckenmiller (megainvestidor)Daniel Gewehr (estrategista)
Organizações
Duquesne Family OfficeiShares MSCI Brazil ETFGlobal X MSCI Argentina ETFValePetrobrasBank of AmericaItaú BBA
Lugares
América LatinaEstados UnidosAmérica do Norte
