Líbano registra mais de 300 mortos; Hezbollah revida com foguetes em Israel
O Hezbollah retaliou com foguetes contra Israel após ataques israelenses no Líbano que resultaram em mais de 300 mortos, enquanto Israel busca criar uma "zona de contenção" e o Líbano planeja uma queixa à ONU.
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10/04 às 07:06
Pontos principais
- O Hezbollah disparou foguetes contra Kiryat Shmona e atacou soldados do IDF em Wata Al-Khiam, no sul do Líbano, em resposta a "violações do cessar-fogo" por Israel.
- Os ataques israelenses de quarta-feira (8) resultaram em mais de 300 mortos e 1.150 feridos no Líbano, sendo o dia mais letal desde o início do conflito.
- O IDF afirmou ter atingido mais de 100 centros de comando e instalações militares do Hezbollah, incluindo a morte de Ali Yusuf Harshi, secretário pessoal do líder do Hezbollah, Naim Qassem.
- Israel destruiu a última ponte sobre o rio Litani e implantou forças adicionais, declarando a área ao sul do rio "desconectada do Líbano" e uma "zona de contenção".
- Mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, e mais de 200 mil fugiram para a Síria.
- Benjamin Netanyahu afirmou que as operações no Líbano continuarão e não fazem parte do cessar-fogo com o Irã, enquanto o Hezbollah e o Irã alertam para "repercussões".
- O Líbano apresentará queixa urgente ao Conselho de Segurança da ONU, classificando os ataques como "violação flagrante" do direito internacional.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ali Yusuf Harshi (secretário pessoal e sobrinho de Naim Qassem)Naim Qassem (líder do Hezbollah)Benjamin Netanyahu (primeiro-ministro)Nawaf Salam (primeiro-ministro libanês)Joseph Aoun (presidente libanês)Trump
Organizações
HezbollahIDFCasa BrancaGuarda Revolucionária iranianaConselho de Segurança da ONUThe GuardianBBC
Lugares
LíbanoKiryat ShmonaIsraelWata Al-KhiamBeiruteVale do BekaaRio LitaniSíriaIrãEUA
