Kinea enfrenta 2026 com dois ciclos diferentes nos portfólio de FIIs de tijolo
A Kinea detalha as estratégias de gestão para seus fundos imobiliários de tijolo KORE11 e KNRI11, que enfrentam 2026 com ciclos distintos, mas sob o mesmo cenário de juros elevados e mercado seletivo.
|
30/01 às 10:16
Pontos principais
- Os FIIs de tijolo da Kinea, KORE11 e KNRI11, entram em 2026 com ciclos de vida diferentes, mas sob o cenário de juros altos e mercado secundário seletivo.
- Carlos Martins, gestor da Kinea, explicou as estratégias para cada fundo no programa Liga de FIIs.
- O KORE11, lançado em um momento adverso para escritórios, adotou uma estrutura oportunística para aquisição de imóveis e agora enfrenta a normalização dos dividendos.
- O KORE11 deve pagar R$ 0,60 por cota em fevereiro, uma redução em relação às distribuições anteriores, impactando a percepção do investidor.
- O KNRI11, com portfólio maduro e diversificado, foca na reciclagem de ativos, especialmente no Rio de Janeiro, para destravar valor.
- O KNRI11 tem realizado vendas estratégicas de imóveis com lucro, como o ativo Atenas e um imóvel em Jundiaí, para aumentar a capacidade de distribuição.
- A gestão ativa é crucial para ambos os fundos diante do cenário atual do mercado imobiliário e de juros.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Carlos Martins (gestor da Kinea)
Organizações
KineaInfoMoney
Lugares
Rio de JaneiroSão PauloBelo HorizonteJundiaí
