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Khamenei 'colocadão', Netanyahu 'desce e sobe', Pahlavi 'arregaça': funk brasileiro vai parar em vídeos pró e contra Irã

O funk brasileiro, especialmente o estilo "brazilian phonk", está sendo utilizado em vídeos pró e contra o Irã nas redes sociais, em meio às tensões com EUA e Israel, com letras muitas vezes mal interpretadas pelos usuários estrangeiros.

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08/03 às 05:51

Pontos principais

  • Versos de funk brasileiro são usados em vídeos de redes sociais que apoiam ou criticam o Irã, Israel e EUA.
  • O estilo "brazilian phonk", popular no Leste Europeu e Ásia, distorce bases do funk brasileiro para criar remixes lentos e graves.
  • Vídeos exaltam Ali Khamenei com letras de funk sexualmente explícitas, enquanto outros criticam a família Pahlavi.
  • A oposição iraniana usa o batidão brasileiro para celebrar a família Pahlavi, com letras de funk que parecem ser interpretadas como força e vigor.
  • Perfis pró-Israel utilizam a batida agressiva do funk para exaltar caças do exército israelense.
  • A autoria original dos vocais de funk é frequentemente perdida, dificultando a identificação dos artistas.
  • Mulheres contra o regime iraniano e perfis de humor também utilizam o funk brasileiro em suas postagens.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ali Khamenei (líder supremo iraniano)Reza Pahlavi (opositor, filho do último xá)Benjamin Netanyahu (líder de Israel)Romina (iraniana-britânica)

Lugares

IrãIsraelEstados UnidosLeste EuropeuÁsia