Justiça condena a 18 anos de prisão 3º acusado da morte de congolês
A Justiça condenou Brendon Alexander Luz da Silva a 18 anos e 8 meses de prisão pela morte do congolês Moïse Mugenvi Kabagambe, tornando-o o terceiro réu a ser sentenciado pelo crime ocorrido em 2022.
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16/04 às 07:32
Pontos principais
- Brendon Alexander Luz da Silva foi condenado a 18 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado pela morte de Moïse Mugenvi Kabagambe.
- Ele é o terceiro acusado condenado pelo crime, que ocorreu em 24 de janeiro de 2022, após Moïse cobrar diárias atrasadas em um quiosque na Barra da Tijuca.
- Os outros dois réus, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, foram condenados em março de 2025 a penas que somam 44 anos.
- Imagens de câmeras de segurança mostraram Moïse sendo espancado por quase 13 minutos com tacos de beisebol, socos, chutes e tapas.
- A juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis destacou a crueldade do crime, com a vítima imobilizada enquanto era agredida.
- Testemunhas e o réu foram ouvidos no julgamento, com Brendon alegando que sua intenção era imobilizar Moïse até a chegada da polícia, não matá-lo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Brendon Alexander Luz da SilvaMoïse Mugenvi KabagambeFábio Pirineus da SilvaAleson Cristiano de Oliveira FonsecaAlessandra da Rocha Lima Roidis (juíza)Viviane de Mattos FariaCarlos Fábio da Silva MuseJailton Pereira Campos ('Baixinho')
Organizações
JustiçaMinistério PúblicoConselho de Sentença do 1º Tribunal do Júri
Lugares
Rio de JaneiroBarra da TijucaQuiosque TropicáliaQuiosque Biruta
