Jornada diária de até 12h e salário em moeda estrangeira: a polêmica reforma trabalhista de Milei que gerou greves e protestos na Argentina
A Argentina debate uma polêmica reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei, que inclui jornada de até 12h e salário em moeda estrangeira, gerando greves e protestos, apesar da aprovação preliminar na Câmara dos Deputados.
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21/02 às 10:14
Pontos principais
- A reforma trabalhista de Milei propõe estender a jornada diária para até 12 horas e permitir o pagamento de salários em moeda estrangeira.
- O projeto de lei já foi aprovado preliminarmente na Câmara dos Deputados, mas um artigo sobre licença médica foi retirado, exigindo retorno ao Senado.
- A Confederação Geral do Trabalho (CGT) convocou uma greve geral e protestos contra a reforma, que é vista por críticos como um retrocesso nos direitos trabalhistas.
- Defensores da reforma argumentam que a legislação trabalhista atual é antiquada e contribui para a alta informalidade no país.
- Entre as propostas estão a criação de um banco de horas, redefinição do cálculo de indenização por demissão e ampliação da lista de
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Javier Milei (presidente da Argentina)Miguel Ángel Maza (professor de Direito do Trabalho)Gabriel Buenos (diretor de assuntos corporativos da Rappi)Germán Martínez (líder do bloco de oposição peronista, União pela Pátria)Axel Kicillof (governador peronista)
Organizações
Confederação Geral do Trabalho (CGT)Câmara dos DeputadosSenadoBBC MundoUnião Industrial Argentina (UIA)RappiUnião pela PátriaInstituto Nacional de Estatística e CensosSistema Integrado de Pensões da Argentina
Lugares
ArgentinaPraça dos CongressosBuenos AiresTerra do FogoFormosaSantiago del EsteroLa RiojaLa Pampa
