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Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio

Iranianos exilados no Curdistão iraquiano e na Alemanha relatam suas experiências de fuga e acompanham a distância a guerra em seu país, após participarem de protestos e sofrerem repressão.

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16/03 às 10:20

Pontos principais

  • Farhad Sheikhi, ativista curdo iraniano, fugiu para o Iraque após protestos de janeiro e acompanha a guerra, preocupado com sua família no Irã.
  • Sheikhi participou de protestos em 2022 e 2026, sendo detido e torturado, e agora sonha em ir para a Alemanha para estudar Direito.
  • Aresto Pasbar, outro iraniano, perdeu a visão de um olho em protestos de 2022, buscou asilo na Alemanha e retornou ao Curdistão iraquiano para se unir a combatentes curdos.
  • Amina Kadri, cujo marido e filho foram mortos, acusa o Irã pelos crimes e busca vingança pela queda da República Islâmica.
  • Os relatos destacam a repressão violenta do governo iraniano contra manifestantes e as dificuldades enfrentadas pelos exilados.
  • A guerra atual intensifica a esperança de alguns exilados por uma revolução social no Irã.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Farhad Sheikhi (ativista iraniano)Aresto PasbarAmina KadriIkbal (marido de Amina Kadri)

Organizações

AFPorganização humanitária (com sede em Munique)

Lugares

IrãIraqueCurdistão iraquianoSuleimaniyaRepública IslâmicaAlemanhaTurquiaPenjwenEstados UnidosIsrael