Indicado ao Oscar de melhor filme, 'O Agente Secreto' recebeu investimentos públicos e privados; entenda
O filme brasileiro "O Agente Secreto", indicado a quatro categorias do Oscar 2026, teve seu orçamento de R$ 28 milhões financiado por investimentos públicos e privados, incluindo o Fundo Setorial do Audiovisual e a Lei do Audiovisual, desmentindo boatos sobre uso da Lei Rouanet.
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22/01 às 14:42
Pontos principais
- "O Agente Secreto" recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Wagner Moura.
- O orçamento total do filme foi de R$ 28 milhões, com participação financeira do Brasil, França, Alemanha e Holanda.
- A parte brasileira do orçamento, R$ 13,5 milhões, incluiu R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
- O FSA é um fundo do Ministério da Cultura, gerido pela Ancine e com o BNDES como agente financeiro, que fomenta obras audiovisuais.
- A comercialização do filme custou R$ 4 milhões, com R$ 750 mil do FSA e R$ 3 milhões via Lei do Audiovisual, que oferece incentivos fiscais.
- O artigo desmente posts falsos, esclarecendo que "O Agente Secreto" não recebeu recursos da Lei Rouanet, que não se aplica a longas-metragens e funciona como incentivo fiscal, não repasse direto de verbas.
- A Lei Rouanet permite a captação de recursos para projetos culturais aprovados, com renúncia fiscal do governo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Kleber Mendonça FilhoWagner Moura
Organizações
Agência Nacional do CinemaAncineMinistério da CulturaBNDES
Lugares
BrasilFrançaAlemanhaHolanda
