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Inadimplência bancária aumenta na Argentina com queda de poder aquisitivo

A inadimplência bancária na Argentina aumentou significativamente para 10,6% em janeiro de 2026, impulsionada pela queda do poder aquisitivo das famílias devido à inflação e à redução de subsídios governamentais, apesar dos esforços do presidente Javier Milei para controlar a inflação.

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13/04 às 10:38

Pontos principais

  • A inadimplência das famílias na Argentina atingiu 10,6% em janeiro de 2026, um aumento notável em relação aos 2,8% de dezembro de 2023, quando Javier Milei assumiu a presidência.
  • A queda do poder aquisitivo, resultado da alta inflação e da redução dos subsídios governamentais, está levando as finanças das famílias ao limite.
  • O presidente Javier Milei implementou cortes profundos nos gastos públicos para controlar a inflação, resultando no primeiro superávit orçamentário da Argentina em mais de uma década.
  • Apesar da queda da inflação anual, analistas apontam que a melhora não foi suficiente para restaurar o poder de compra da população.
  • Aumentos nas tarifas de serviços públicos comprimiram a renda disponível, dificultando a quitação de dívidas pelas famílias.
  • Economistas preveem que a inadimplência continuará a aumentar, especialmente com a expectativa de preços mais altos da energia global.
  • Consultorias alertam que os níveis de inadimplência fora do sistema bancário formal podem ser ainda maiores do que os dados oficiais.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gonzalo Martínez (professor)Javier Milei (presidente)Pablo Besmedrisnik (economista e diretor da consultoria VDC)Pablo Moldovan (economista e diretor da consultoria C-P Consultora)Nahuel (funcionário público)

Organizações

ReutersBanco Central da ArgentinaVDCC-P Consultora

Lugares

Buenos AiresArgentina