Imposto de importação maior mira trazer produção para o Brasil, diz Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, justificou o aumento do imposto de importação para mais de mil produtos, incluindo smartphones e equipamentos industriais, como uma medida regulatória para proteger a produção nacional e reforçar o caixa federal.
|
26/02 às 08:42
Pontos principais
- Fernando Haddad defendeu o aumento do imposto de importação como forma de proteger a produção nacional e atrair empresas para o Brasil.
- A medida afeta mais de mil produtos, incluindo smartphones e diversos equipamentos industriais, com reajustes de até 7,2 pontos percentuais.
- O governo estima que a elevação das tarifas pode gerar um reforço de R$ 14 bilhões anuais para o caixa federal, auxiliando na meta fiscal de 2026.
- Haddad afirmou que mais de 90% dos itens afetados já são fabricados no Brasil, minimizando o impacto sobre o consumidor.
- A decisão gerou críticas de setores empresariais e da oposição, que preveem aumento de custos e preços.
- Smartphones produzidos no Brasil (95% do mercado) não serão afetados, mas marcas como Xiaomi, que não fabricam no país, podem ser impactadas.
- A tarifa zero para componentes importados sem produção similar no Brasil será mantida para evitar o encarecimento da indústria local.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fernando Haddad (ministro da Fazenda)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic)XiaomiAppleSamsungMotorolaJoviRealmeOppo
Lugares
BrasilÍndiaCoreia do Sul
