Haddad: aumento de imposto de importação de mais de mil produtos não impactará preços
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que o aumento do imposto de importação para mais de mil produtos tem caráter regulatório para proteger a produção nacional e não impactará os preços ao consumidor, rebatendo críticas da oposição.
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25/02 às 23:00
Pontos principais
- Fernando Haddad afirmou que o aumento do imposto de importação para mais de mil produtos eletrônicos visa a regulação e proteção da produção nacional, sem impacto nos preços.
- A medida afeta bens de capital e de informática/telecomunicação, incluindo smartphones, com mais de 90% já produzidos no Brasil.
- Haddad acusou a oposição de disseminar 'fake news' ao alegar que a medida encarecerá produtos, destacando que a maioria dos celulares é fabricada no país.
- O MDIC pode zerar o imposto para produtos sem similar nacional, incentivando empresas estrangeiras a produzir no Brasil.
- A arrecadação adicional esperada com a medida é de R$ 14 bilhões, já incorporada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025.
- Haddad também comentou sobre a discussão de supersalários no funcionalismo público e a expectativa de aprovação do acordo Mercosul-UE no Senado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fernando Haddad (ministro da Fazenda)Pedro Paulo (deputado, relator da PEC)Lula (presidente)
Organizações
Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex)Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)Congresso NacionalEstadãoMercosulUnião EuropeiaSenado
Lugares
BrasilZona Franca de ManausEstados UnidosChinaEuropa
