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Greve na Argentina: voos cancelados, jornada de 12 horas e contenção de protestos

20 de fevereiro, 2026 às 06:24
InfoMoney

Resumo

A Argentina enfrentou sua quarta greve geral sob o governo de Javier Milei, com paralisação de voos e transporte público, em protesto contra uma reforma trabalhista que amplia a jornada e restringe direitos, gerando confrontos e grande adesão sindical.

Pontos principais

  • A Argentina registrou a quarta greve geral sob o governo de Javier Milei, com ampla paralisação de serviços e protestos.
  • A greve foi convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) em resposta à reforma trabalhista que tramita no Congresso, propondo jornada de 12 horas e restrição de direitos.
  • Voos foram cancelados, incluindo 255 da Aerolíneas Argentinas e 62 no Brasil, afetando milhares de passageiros.
  • O transporte público, bancos e parte do comércio foram paralisados, enquanto confrontos ocorreram entre manifestantes e policiais perto do Congresso.
  • Líderes sindicais, como Cristian Jerónimo e Jorge Sola, criticaram a reforma e alertaram para a intensificação dos conflitos caso a proposta seja aprovada.
  • O governo minimizou a greve, e o presidente Milei estava nos EUA, enquanto o FMI manifestou apoio à reforma.

Entidades mencionadas

Pessoas
Javier Milei (presidente da Argentina)
Cristian Jerónimo (co-líder da CGT)
Jorge Sola (secretário-geral do Sindicato do Seguro)
Manuel Adorni (chefe de Gabinete)
Donald Trump
Organizações
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Aerolíneas Argentinas
Sindicato do Seguro
Fate
Fundo Monetário Internacional (FMI)
Lugares
Argentina
Buenos Aires
Brasil
Galeão
Rio
Guarulhos
São Paulo
Washington