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Greve contra reforma trabalhista paralisa embarques agrícolas da Argentina

18 de fevereiro, 2026 às 17:26
InfoMoney

Resumo

Uma greve de sindicatos marítimos contra a reforma trabalhista do governo argentino paralisou as exportações agrícolas do país, com a adesão de outras entidades e a expectativa de uma paralisação geral.

Pontos principais

  • Sindicatos marítimos na Argentina iniciaram uma greve de 48 horas contra a reforma trabalhista do governo.
  • A paralisação afetou as atividades de exportação de grãos e derivados, especialmente na área portuária de Rosário.
  • A greve coincide parcialmente com uma paralisação geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT).
  • A reforma trabalhista, já aprovada pelo Senado, flexibiliza condições de contratação e limita o direito à greve, gerando forte oposição sindical.
  • O sindicato SOEA, do polo agroexportador de San Lorenzo, aderiu à greve, condenando a "modernização" que busca legalizar a erosão de direitos.
  • A Argentina é a maior exportadora mundial de óleo e farelo de soja, e as greves impactam a produtividade e o fluxo de divisas do país.

Entidades mencionadas

Pessoas
Gustavo Idígoras (presidente da CIARA-CEC)
Ion Jauregui (analista da ActivTrades)
Organizações
CIARA-CEC (Câmara de Exportadores e Processadores de Grãos)
Confederação Geral do Trabalho (CGT)
Federação dos Trabalhadores Marítimos e Fluviais (Fesimaf)
Câmara dos Deputados da Argentina
Senado da Argentina
SOEA (sindicato dos trabalhadores da indústria processadora de oleaginosas)
ActivTrades
Lugares
Argentina
Buenos Aires
Rosário
San Lorenzo