Governo rejeita desoneração para compensar redução de jornada
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, rejeita a desoneração como compensação para a redução da jornada de trabalho, defendendo negociações no Congresso e destacando outras prioridades do governo, como a regulamentação de apostas online e o endividamento das famílias.
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16/04 às 14:50
Pontos principais
- José Guimarães, ministro das Relações Institucionais, expressou oposição à desoneração para compensar setores afetados pela redução da jornada de trabalho.
- O ministro citou o governo Dilma como exemplo de que políticas de desoneração não foram eficazes e podem comprometer o equilíbrio federativo.
- Guimarães afirmou que o governo está aberto a negociações sobre a redução da jornada, incluindo um curto período de transição, mas o debate deve ocorrer no Congresso Nacional.
- Há um consenso no Congresso sobre a necessidade de acabar com a jornada de trabalho de seis dias, e o governo pretende impulsionar o debate em maio, mês do trabalhador.
- O ministro criticou o pedido de vistas da oposição na CCJ da Câmara sobre a matéria da jornada 6x1, atribuindo-o à falta de compromisso com a aprovação.
- Entre as prioridades da pasta de Guimarães estão a articulação com o Congresso e a relação com os entes federados, visando dar unidade às propostas do governo.
- O governo também está preocupado com o endividamento das famílias e a falta de regulamentação das apostas online (bets), buscando medidas para enfrentar esses problemas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
José Guimarães (ministro das Relações Institucionais)Dilma (ex-presidente)Lula (presidente)Flávio BolsonaroHugo Motta (presidente da Câmara)
Organizações
Congresso NacionalCâmaraComissão de Constituição e Justiça da CâmaraBanco Central
Lugares
Brasil
