Goldman Sachs vê balanço da LATAM mais sólido e eleva recomendação da ação da aérea
O Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da LATAM para compra, citando a solidez do balanço da companhia e sua capacidade de enfrentar a volatilidade do mercado de combustível, especialmente após o conflito no Irã.
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13/04 às 15:33
Pontos principais
- Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da LATAM de neutro para compra, com preço-alvo de US$ 63,40 para os ADRs.
- A revisão foi motivada pela disparada de mais de 80% nos preços do combustível de aviação desde fevereiro de 2026, priorizando companhias com menor alavancagem.
- Analistas destacam a sólida posição financeira da LATAM e seu posicionamento para renda mais alta na América Latina, o que reduz a sensibilidade a aumentos de preços.
- O conflito no Irã e a incerteza sobre os fluxos de petróleo no Estreito de Ormuz são fatores macroeconômicos chave, com projeções de Brent entre US$ 80 e US$ 85 em 2026/27.
- A LATAM possui menor exposição relativa ao custo do combustível como percentual da receita líquida e um perfil de cliente que facilita a recomposição de margens.
- O banco projeta resiliência na geração de caixa da LATAM, mesmo com o aumento do preço do combustível, prevendo Fluxo de Caixa Livre (FCF) positivo.
- O valuation da LATAM é considerado descontado em relação aos pares globais e às aéreas de serviço completo dos EUA, indicando uma oportunidade de reclassificação.
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