Gleisi questiona contagem e chama sessão da CPMI que atingiu Lulinha de “golpe”
A votação na CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos de Lulinha gerou tensão entre governo e oposição, com a ministra Gleisi Hoffmann questionando a contagem e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, analisando o caso.
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27/02 às 14:32
Pontos principais
- A votação para quebrar os sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) na CPMI do INSS gerou conflito entre governo e oposição.
- A ministra Gleisi Hoffmann alegou falha na condução da votação pelo presidente da CPMI, Carlos Viana, e chamou a sessão de "golpe".
- Gleisi afirmou que a base governista teria maioria e que o resultado proclamado não reflete a posição da comissão.
- Parlamentares da base questionaram a votação simbólica e a ausência de contagem nominal, pedindo reavaliação.
- O presidente da CPMI manteve a decisão, alegando que o regimento interno permite o tipo de deliberação.
- O caso foi levado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que solicitou imagens da sessão e iniciou consultas técnicas para avaliar a validade da votação.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gleisi Hoffmann (ministra das Relações Institucionais)Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)Carlos Viana (presidente da CPMI do INSS)Rogério Correia (deputado)Paulo Pimenta (deputado)Alencar Santana (deputado)Davi Alcolumbre (presidente do Senado e do Congresso Nacional)
Organizações
CPMI do INSSSBTNewsCNN BrasilSenado FederalCongresso Nacional
