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Gilmar anula quebra de sigilo que liga fundo a empresa de Toffoli

O ministro Gilmar Mendes, do STF, anulou a quebra de sigilo aprovada pela CPI do Crime Organizado que investigava o fundo Arleen, ligado a uma empresa do ministro Dias Toffoli, reiterando que a quebra de sigilo é uma medida excepcional e não pode ocorrer em bloco.

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19/03 às 11:44

Pontos principais

  • Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo do fundo de investimentos Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.
  • O fundo Arleen fez negócios com a Maridth Participações, empresa da qual o ministro Dias Toffoli é sócio.
  • Mendes já havia barrado a quebra de sigilo da Maridth Participações em fevereiro, pelos mesmos motivos.
  • A quebra de sigilo do Arleen foi solicitada devido à sua ligação com a Reag Investimentos, envolvida em fraudes financeiras investigadas no caso Banco Master.
  • Toffoli se declarou suspeito para julgar o caso Master no STF e André Mendonça assumiu a relatoria.
  • Gilmar Mendes argumentou que a quebra de sigilo é uma medida excepcional que exige análise fundamentada e não pode ser aprovada em bloco.
  • A CPI do Crime Organizado visa diagnosticar e combater o crime organizado no Brasil.

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