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“Frota fantasma” opera fora dos radares, mas transporta quase 20% do petróleo global

A "frota fantasma" de petroleiros, impulsionada por sanções contra países como Irã, Rússia e Venezuela, transporta quase 20% do petróleo global, operando clandestinamente e levantando preocupações sobre segurança e trabalho forçado, com esforços internacionais para combatê-la se intensificando.

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14/04 às 05:00

Pontos principais

  • A "frota fantasma" de petroleiros, que opera fora dos radares, transporta cerca de 19% do petróleo global, impulsionada por sanções contra países como Irã, Rússia e Venezuela.
  • Estima-se que cerca de 1.500 navios petroleiros, sendo 1.100 de origem russa, trafegam sem controles, usando rotas como Irã-China e Rússia-China/Índia.
  • Esses navios ocultam sua identidade desligando sistemas de identificação, usando documentos falsos, mudando nomes e bandeiras, e realizando transferências de carga em alto mar.
  • A maioria das embarcações é antiga, com mais de 15 anos, e a falta de manutenção e seguro aumenta o risco de acidentes e vazamentos catastróficos.
  • Denúncias indicam que alguns operadores recorrem ao tráfico humano para tripular esses navios, com marinheiros enfrentando condições de trabalho forçado e pagamentos em dinheiro ou criptomoedas.
  • Países como Índia, China, Brasil e Cingapura são destinos frequentes do petróleo e derivados transportados por essa frota.
  • A União Europeia e os EUA têm intensificado o combate à frota clandestina, com interceptações e projetos de lei para impor sanções a quem opera ou apoia essas embarcações.

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