Forças de segurança cubanas deixam a Venezuela conforme aumenta pressão dos EUA
21 de fevereiro, 2026 às 14:47
InfoMoney
Resumo
Assessores de segurança e médicos cubanos estão deixando a Venezuela sob intensa pressão dos EUA para desmantelar a aliança esquerdista, com a presidente interina Delcy Rodríguez confiando sua proteção a guarda-costas venezuelanos.
Pontos principais
- Assessores de segurança e médicos cubanos estão deixando a Venezuela devido à pressão dos EUA.
- A presidente interina Delcy Rodríguez agora confia sua proteção a guarda-costas venezuelanos, ao contrário de seus antecessores.
- Trinta e dois cubanos morreram em um ataque militar dos EUA que capturou Maduro, revelando um acordo de segurança entre Caracas e Havana.
- Agentes de inteligência cubanos se infiltraram no Exército venezuelano e na unidade de contraespionagem DGCIM para eliminar a oposição interna.
- A influência cubana foi crucial para a sobrevivência do governo chavista, segundo especialistas.
- Alguns assessores cubanos foram removidos de seus cargos na DGCIM, e profissionais médicos e de segurança retornaram a Cuba.
- A saída dos cubanos pode ser uma ordem de Rodríguez devido à pressão dos EUA, embora as razões exatas não sejam totalmente claras.
- Antes da destituição de Maduro, milhares de cubanos trabalhavam na Venezuela em troca de petróleo, e Trump prometeu acabar com essa relação de segurança.
Entidades mencionadas
Pessoas
Delcy Rodríguez (presidente interina)
Nicolás Maduro (presidente deposto)
Hugo Chávez (ex-presidente)
Alejandro Velasco (professor associado de história)
Donald Trump (presidente)
Organizações
DGCIM
Universidade de Nova York
Lugares
Venezuela
Cuba
Estados Unidos
Caracas
Havana
