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Fome recua mais em lares com Bolsa Família chefiados por mulher

Um estudo da FGV revela que a fome recuou mais significativamente em lares brasileiros chefiados por mulheres beneficiárias do Bolsa Família entre 2023 e 2024, destacando a eficácia da gestão feminina da renda para o bem-estar familiar.

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20/03 às 18:11

Pontos principais

  • A fome diminuiu 2,4 pontos percentuais em lares com Bolsa Família chefiados por mulheres, de 9,6% em 2023 para 7,2% em 2024.
  • Entre os domicílios que alcançaram segurança alimentar com o Bolsa Família, 71% são chefiados por mulheres.
  • A pesquisadora Janaína Rodrigues Feijó atribui o resultado à maior capacidade das mulheres de administrar a renda do Bolsa Família, priorizando alimentação, saúde e educação.
  • O estudo indica que 946,6 mil domicílios assistidos pelo Bolsa Família deixaram a fome, sendo quase 670 mil chefiados por mulheres.
  • Ministros Anielle Franco e Wellington Dias destacam a importância de priorizar mulheres na distribuição do Bolsa Família para combater a fome e a desigualdade racial.
  • O Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025, após ter retornado em 2022, com 26,5 milhões de pessoas saindo da fome no biênio 2023-2024.
  • A pesquisa da FGV reforça a importância das políticas públicas de transferência de renda, especialmente para domicílios vulneráveis, na redução da insegurança alimentar.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Janaína Rodrigues Feijó (pesquisadora do Ibre/FGV)Anielle Franco (ministra da Igualdade Racial)Wellington Dias (ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Jair Bolsonaro

Organizações

Fundação Getulio Vargas (FGV)Instituto Brasileiro de Economia (Ibre)Agência BrasilMinistério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)

Lugares

BrasilRio de Janeiro