FMI pede ajuste fiscal nos EUA para reduzir déficit em conta corrente “grande demais”
O FMI pediu aos Estados Unidos que implementem um ajuste fiscal para reduzir seu déficit em conta corrente e fiscal, que considera excessivos, apesar do reconhecimento do governo Trump sobre o problema.
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26/02 às 07:33
Pontos principais
- O FMI solicitou aos EUA a redução do déficit fiscal para diminuir os déficits em conta corrente e comercial.
- A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que o déficit em conta corrente dos EUA é "grande demais".
- O governo Trump invocou a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 para substituir tarifas após decisão da Suprema Corte.
- Nigel Chalk, do FMI, sugeriu que a melhor forma de reduzir o déficit em conta corrente é diminuir o déficit fiscal.
- O FMI projeta que o crescimento dos EUA para 2026 será de 2,4%, com a inflação retornando à meta do Fed apenas em 2027.
- Os déficits fiscais dos EUA devem permanecer entre 7% e 8% do PIB nos próximos anos, com a dívida pública atingindo 140% do PIB até 2031.
- O FMI alertou que a trajetória da dívida pública dos EUA representa um risco crescente para a estabilidade econômica global.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Kristalina Georgieva (diretora-geral do FMI)Donald Trump (presidente)Nigel Chalk (diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental)Scott Bessent (secretário do Tesouro dos EUA)
Organizações
Fundo Monetário Internacional (FMI)Suprema Corte dos EUAFederal Reserve
Lugares
Estados Unidos (EUA)
