EUA flexibilizam sanções e permitem que petrolíferas globais retomem operações na Venezuela
13 de fevereiro, 2026 às 17:29
G1 Mundo
Resumo
Os Estados Unidos flexibilizaram as sanções ao setor energético da Venezuela, permitindo que empresas globais de petróleo e gás retomem operações e negociem novos investimentos, com exceção de companhias da Rússia, Irã e China.
Pontos principais
- Os EUA flexibilizaram sanções ao setor energético da Venezuela, emitindo licenças para empresas globais retomarem operações de petróleo e gás.
- As licenças autorizam empresas como Chevron, BP, Eni, Shell e Repsol a operar e permitem negociações para novos investimentos.
- Transações com companhias da Rússia, Irã ou China, ou controladas por joint ventures desses países, são proibidas.
- A medida é a maior flexibilização desde a destituição do presidente Nicolás Maduro e a captura de forças norte-americanas.
- Sanções contra a Venezuela foram impostas em 2019, durante o primeiro mandato de Donald Trump.
- O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, estima que as vendas de petróleo venezuelano podem alcançar US$ 5 bilhões nos próximos meses.
- Os EUA controlarão os lucros das vendas até que a Venezuela tenha um "governo representativo".
Entidades mencionadas
Pessoas
Nicolás Maduro
Donald Trump
Chris Wright (Secretário de Energia dos EUA)
Hugo Chávez
Darren Woods (presidente-executivo da ExxonMobil)
Organizações
PDVSA
Reuters
Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)
Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros
Departamento do Tesouro
Chevron
BP
Eni
Shell
Repsol
Exxon Mobil
ConocoPhillips
Casa Branca
Lugares
Estados Unidos
Venezuela
Lago de Maracaibo
Cabimas
Rússia
Irã
China
