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EUA: estrangeiros rebatem a tese de “Venda América” e compram US$ 1,6 tri em ativos

19 de fevereiro, 2026 às 11:43
InfoMoney

Resumo

Investidores estrangeiros refutaram a tese de "Venda América" ao comprar US$ 1,6 trilhão em ativos financeiros dos EUA em 2025, impulsionados por ações e títulos do Tesouro, apesar das preocupações com as políticas tarifárias do presidente Donald Trump.

Pontos principais

  • As compras estrangeiras de ativos financeiros dos EUA aceleraram em 2025, totalizando US$ 1,55 trilhão líquidos, superando os US$ 1,18 trilhão do ano anterior.
  • A maior parte das compras foi destinada a ações (US$ 658,5 bilhões) e títulos do Tesouro (US$ 442,7 bilhões).
  • Apesar das ameaças tarifárias de Donald Trump e da narrativa "venda América", o secretário do Tesouro, Scott Bessent, defendeu a posição dos EUA como destino de capital global.
  • A depreciação do dólar no ano passado pode ter incentivado alguns gestores estrangeiros a aumentar suas posições em ativos dos EUA.
  • A Europa foi a principal fonte de entrada líquida de recursos, com US$ 872,8 bilhões, enquanto Ilhas Cayman e Japão também contribuíram significativamente.
  • A China foi um vendedor líquido notável de ativos financeiros de longo prazo dos EUA, reduzindo suas participações em Treasuries para o nível mais baixo desde 2008.
  • Reguladores chineses orientaram instituições financeiras a reduzir a exposição a Treasuries dos EUA devido a riscos de concentração e volatilidade.

Entidades mencionadas

Pessoas
Donald Trump (presidente)
Scott Bessent (secretário do Tesouro)
Andrew Hazlett (operador de câmbio na Monex Inc.)
Geoff Yu (estrategista macro sênior no BNY)
Organizações
Departamento do Tesouro dos EUA
Monex Inc.
BNY
Fannie Mae
Freddie Mac
Stichting Pensioenfonds ABP
Lugares
EUA
Dinamarca
Groenlândia
Europa
Ilhas Cayman
Japão
Canadá
Guernsey
Reino Unido
Bélgica
China
Pequim