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EUA dizem que nenhum navio passou pelo bloqueio ao Estreito de Ormuz; navios chineses fazem retorno

Os Estados Unidos implementaram um bloqueio militar total no Estreito de Ormuz, impedindo a passagem de navios com ligações iranianas, o que gerou retornos de embarcações chinesas e críticas da China, enquanto analistas alertam para o impacto nos preços do petróleo e na estabilidade regional.

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14/04 às 11:52

Pontos principais

  • Os EUA iniciaram um bloqueio naval no Estreito de Ormuz para barrar navios ligados ao Irã, com 10 mil militares e 12 navios de guerra envolvidos.
  • Nenhuma embarcação conseguiu passar pelo bloqueio nas primeiras 24 horas, e seis navios mercantes acataram ordens para retornar.
  • Navios chineses, incluindo o petroleiro Rich Starry, que está sob sanções dos EUA, foram flagrados dando meia-volta após se aproximarem da área bloqueada.
  • O bloqueio visa cortar a receita do Irã, que cobrava 'pedágio' de até US$ 2 milhões por navio para passagem pelo estreito, e pressionar por um acordo de paz.
  • A China criticou o bloqueio dos EUA, classificando-o como 'perigoso e irresponsável', e alertou para a escalada das tensões.
  • Analistas preveem que o bloqueio pode elevar os preços globais do petróleo e pressionar países dependentes do Golfo, como a China, a intervir.
  • O Irã considerou a ação dos EUA ilegal e uma violação do cessar-fogo, ameaçando retaliar qualquer aproximação militar.

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