Essa vitamina pode reduzir o acúmulo de proteínas associadas ao Alzheimer
Um estudo recente sugere que níveis mais altos de vitamina D na meia-idade podem estar associados a uma menor acumulação de proteínas tau, ligadas ao Alzheimer, no cérebro.
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12/04 às 15:00
Pontos principais
- Um estudo publicado na Neurology Open Access associou níveis de vitamina D na meia-idade a emaranhados da proteína tau no cérebro de pessoas com Alzheimer.
- Quanto maior o nível de vitamina D na meia-idade, menor a quantidade de emaranhados de proteína tau foi observada anos depois.
- O neurocientista Martin David Mulligan sugere que níveis mais altos de vitamina D podem proteger contra depósitos de tau e que níveis baixos podem ser um fator de risco modificável.
- A pesquisa analisou amostras de sangue e exames cerebrais de 793 adultos, medindo a vitamina D aos 39 anos e avaliando tau e beta-amiloide 16 anos depois.
- O estudo não encontrou relação entre vitamina D e beta-amiloide, mas sim uma ligação clara com a proteína tau.
- Pesquisadores indicam que a suplementação de vitamina D em indivíduos mais jovens e saudáveis pode ser benéfica, mas requer ensaios clínicos formais.
- Sugere-se que a ingestão adequada de vitamina D, através de exposição solar e alimentos como peixes gordos e ovos, pode reduzir o risco da doença.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Martin David Mulligan (neurocientista)
Organizações
Universidade de GalwayNeurology Open Access
Lugares
Irlanda
