Em Israel, Eduardo critica Lula e pede apoio à candidatura de Flávio à Presidência
Em Israel, Eduardo Bolsonaro criticou o governo Lula por não classificar facções criminosas como terroristas e pediu apoio à candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro, à presidência em 2026.
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26/01 às 09:50
Pontos principais
- Eduardo Bolsonaro criticou o governo Lula por não classificar CV e PCC como grupos terroristas, apesar do pedido de Donald Trump.
- Ele afirmou que a ausência de ataques no Brasil não significa ausência de terroristas e que facções brasileiras têm ligação com o Hezbollah e a Jihad Islâmica.
- O ex-deputado acusou ONGs de servirem como fachada para facções e associou o antissionismo ao antissemitismo moderno.
- Eduardo repudiou a saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, questionando a decisão do governo Lula.
- Ele concordou com a afirmação de que Lula simboliza o socialismo conectado ao antissemitismo.
- Eduardo Bolsonaro pediu apoio à candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro, à presidência em outubro de 2026, mencionando a prisão de Jair Bolsonaro.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Eduardo BolsonaroLulaFlávio BolsonaroDonald TrumpBenjamin NetanyahuJair Bolsonaro
Organizações
Comando Vermelho (CV)Primeiro Comando da Capital (PCC)HezbollahJihad IslâmicaOrganizações Não GovernamentaisAliança Internacional para a Memória do Holocausto
Lugares
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