Educacionais: entre queda de juros e impacto regulatório, o que muda para as ações?
13 de fevereiro, 2026 às 13:32
InfoMoney
Resumo
O setor educacional no Brasil enfrenta um cenário complexo em 2026, com a queda da taxa de juros impulsionando as ações, mas com riscos regulatórios e desafios operacionais que podem impactar os lucros das empresas, especialmente as mais expostas ao ensino a distância.
Pontos principais
- A queda da taxa Selic beneficia ações de empresas educacionais, especialmente as mais alavancadas como Ânima e Vitru Brasil.
- O Morgan Stanley aponta para uma potencial disrupção regulatória no setor, com impactos nos custos a partir de 2027, especialmente para o ensino a distância.
- Empresas como Vitru Brasil e Cogna podem ser materialmente afetadas pela descontinuação da enfermagem EAD e pelo aumento de custos no ensino.
- O setor deve enfrentar pressão de preços, desaceleração na captação de alunos e poucos catalisadores para expansão de margens em 2026.
- A oferta de vagas de medicina aumentou 16% desde junho de 2024, e o MEC busca suspender vagas de instituições com desempenho insatisfatório, impactando a participação de mercado.
- O Morgan Stanley recomenda compra para Ânima, Ser Educacional e Cruzeiro do Sul, neutra para Vitru e Cogna, e venda para YDUQS.
Entidades mencionadas
Organizações
Morgan Stanley
Ânima (ANIM3)
Vitru Brasil (VTRU3)
Cogna (COGN3)
Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3)
Ser Educacional (SEER3)
YDUQS (YDUQ3)
Afya
Ministério da Educação (MEC)
Lugares
Brasil
