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Do “pai dos pobres” ao “vampirão”: presidentes já viraram samba

16 de fevereiro, 2026 às 16:54
InfoMoney

Resumo

Presidentes brasileiros, desde Getúlio Vargas até Jair Bolsonaro, foram retratados em enredos de escolas de samba, ora exaltados como símbolos nacionais, ora criticados em contextos políticos e sociais.

Pontos principais

  • Presidentes da República têm sido tema de enredos de escolas de samba ao longo das décadas, refletindo o cenário político e social do país.
  • Getúlio Vargas foi retratado em 1956, 1985 e 2000, celebrando seu nacionalismo, industrialização e legislação trabalhista.
  • Juscelino Kubitschek teve sua trajetória e a construção de Brasília destacadas pela Mangueira em 1981.
  • Luiz Inácio Lula da Silva é o presidente mais retratado, com enredos em 2003, 2012, 2023 e 2026, abordando sua ascensão social e políticas.
  • Fernando Collor foi criticado em 1991 pela São Clemente, associado ao confisco da poupança.
  • Dilma Rousseff foi citada em 2012 como exemplo de liderança feminina pela Vai-Vai.
  • Michel Temer foi satirizado como um "vampiro neoliberalista" pela Paraíso do Tuiuti em 2018, em crítica às reformas.
  • Jair Bolsonaro foi alvo de críticas e caricaturas em desfiles de 2020 e 2022, com referências à pandemia e declarações polêmicas.

Entidades mencionadas

Pessoas
Getúlio Vargas
Juscelino Kubitschek
Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Collor
Dilma Rousseff
Michel Temer
Jair Bolsonaro
Organizações
Mangueira
Salgueiro
Portela
Acadêmicos de Niterói
Beija-Flor
Gaviões da Fiel
Cidade Jardim
São Clemente
Vai-Vai
Paraíso do Tuiuti
Acadêmicos de Vigário Geral
Rosas de Ouro
PT
Lugares
Marquês de Sapucaí
Brasília
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Nordeste