Diretor-geral da PF diz que corporação não será intimidada e reafirma foco em fraudes bilionárias no caso Master
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a corporação não será intimidada e manterá o foco nas investigações de fraudes bilionárias relacionadas ao caso Master, apesar de ataques e tentativas de desviar o foco.
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18/03 às 12:13
Pontos principais
- Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, declarou em evento da Febraban que a corporação não será intimidada e continuará investigando o caso Master.
- O caso Master apura fraudes bilionárias no sistema financeiro envolvendo o Banco Master e seu dono, Daniel Vorcaro.
- Rodrigues criticou ataques e tentativas de descredibilizar o trabalho da PF, insinuando que o debate público tenta desviar o foco das irregularidades.
- O inquérito do caso Master está sob relatoria do ministro André Mendonça do STF, que determinou a retomada das investigações e restringiu o acesso aos dados.
- A PF solicitou a Mendonça a prorrogação do inquérito para dar continuidade às diligências, perícias e depoimentos.
- O diretor-geral reafirmou que o foco da PF permanece na investigação principal das fraudes financeiras, estimadas em dezenas de bilhões de reais.
- Mendonça retirou restrições impostas pelo antigo relator, Dias Toffoli, devolvendo autonomia operacional à PF para o avanço do inquérito.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Andrei Rodrigues (diretor-geral da Polícia Federal)Daniel Vorcaro (dono do Banco Master)André Mendonça (ministro do Supremo Tribunal Federal)Dias Toffoli (ministro do Supremo Tribunal Federal)Marta Graeff (ex-noiva de Daniel Vorcaro)
Organizações
Polícia Federal (PF)Federação Brasileira dos Bancos (Febraban)Banco MasterSupremo Tribunal Federal (STF)Agência Senado
Lugares
São Paulo
