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Desinformação sobre câncer de pele afeta diagnóstico, diz instituição

Um estudo da Fundação do Câncer revela que a falta de dados relevantes em registros oficiais sobre câncer de pele no Brasil prejudica o diagnóstico precoce e a formulação de políticas públicas, apesar da alta incidência da doença no país.

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14/04 às 11:00

Pontos principais

  • Bancos de dados oficiais sobre câncer de pele no Brasil carecem de informações cruciais para diagnóstico precoce e tratamento.
  • Lacunas incluem dados sobre raça/cor da pele (mais de 36% dos casos) e escolaridade (cerca de 26%) dos pacientes.
  • A Região Sudeste apresenta maior percentual de falta de informações sobre raça/cor da pele, enquanto o Centro-Oeste lidera na falta de dados sobre escolaridade.
  • O câncer de pele é o mais comum no Brasil, com estimativa de 263.282 novos casos de não melanoma e 9.360 de melanoma anualmente entre 2026 e 2028.
  • A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco, mas o pesquisador Alfredo Scaff alerta para riscos ocupacionais e a importância de equipamentos de proteção individual.
  • Entre 2014 e 2023, foram registrados 452.162 casos de câncer de pele no Brasil, sendo mais comum em pessoas acima de 50 anos.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Alfredo Scaff (epidemiologista e coordenador do estudo)

Organizações

Fundação do CâncerAgência BrasilInstituto Nacional do Câncer (Inca)Ministério da Saúde

Lugares

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