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Deputada rival de Trump testa política externa e acende especulação sobre candidatura

15 de fevereiro, 2026 às 13:48
InfoMoney

Resumo

A deputada Alexandria Ocasio-Cortez participou da Conferência de Segurança de Munique, sinalizando uma mudança em sua atuação em política externa e alimentando especulações sobre uma possível candidatura à Presidência em 2028.

Pontos principais

  • Alexandria Ocasio-Cortez, conhecida por suas posições progressistas, participou da Conferência de Segurança de Munique, gerando especulações sobre uma candidatura presidencial em 2028.
  • Ela apresentou sua visão sobre riscos do autoritarismo, Taiwan, Groenlândia e Gaza, defendendo uma política externa que enfrente a desigualdade e se oponha a um mundo dominado por elites.
  • Ocasio-Cortez afirmou que a ajuda incondicional dos EUA a Israel "viabilizou um genocídio".
  • Sua presença na conferência, sem integrar comissões de Relações Exteriores, atraiu grande atenção.
  • Comentaristas republicanos criticaram sua hesitação ao responder sobre a defesa dos EUA a Taiwan em caso de ataque chinês, embora ela tenha se recuperado com uma resposta mais articulada.
  • Seu assessor, Matt Duss, explicou que a hesitação foi para garantir uma resposta cuidadosa e que a participação visava levar uma perspectiva de apoio à classe trabalhadora e combate à desigualdade.
  • Outros democratas com ambições futuras, como Gretchen Whitmer e Gavin Newsom, também estiveram presentes.

Entidades mencionadas

Pessoas
Alexandria Ocasio-Cortez (deputada)
Joe Biden
Gretchen Whitmer (governadora de Michigan)
Gavin Newsom (governador da Califórnia)
Donald Trump (presidente)
Francine Lacqua (Bloomberg)
Matt Duss (assessor de política externa de Ocasio-Cortez)
JD Vance (vice-presidente)
Organizações
Congresso
Bloomberg
Lugares
Munique
Taiwan
Groenlândia
Gaza
Estados Unidos
Israel
Europa
China
América Latina