Delegado conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF
A Polícia Federal, pela segunda vez e sob o governo Lula, concluiu que não há provas de interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação, apesar da reabertura do caso por Alexandre de Moraes.
|
12/04 às 12:00
Pontos principais
- A Polícia Federal revisou o inquérito sobre a suposta interferência de Jair Bolsonaro na corporação.
- Pela segunda vez, a PF concluiu que não há provas de crimes cometidos no caso.
- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia determinado a reabertura da investigação.
- O caso foi instaurado após a demissão de Sergio Moro, que alegou pressão de Bolsonaro para trocar cargos na PF.
- O delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo afirmou que as diligências não revelaram informações para justificar imputações penais.
- A PF solicitou provas do inquérito das fake news a Moraes, que respondeu não haver indícios de interferência naquele procedimento.
- Moraes enviou o relatório complementar ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para análise.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Jair Bolsonaro (ex-presidente da República)Sergio Moro (ex-ministro da Justiça)Augusto Aras (ex-procurador-geral da República)Alexandre de Moraes (ministro do Supremo Tribunal Federal)Carlos Henrique Pinheiro de Melo (delegado)Paulo Gonet (procurador-geral da República)Michelle (esposa de Bolsonaro)Carlos (filho de Bolsonaro)
Organizações
Polícia Federal (PF)Supremo Tribunal Federal (STF)Ministério da JustiçaDiretoria de Inteligência Policial (DIP)
