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Defesa de empresária amiga de Lulinha diz ao STF que PF errou em relatório que traz suspeita de propina via agência de viagens

A defesa da empresária Roberta Luchsinger contesta um relatório da Polícia Federal no STF, alegando erro na cronologia de pagamentos que a ligam a Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e a um lobista do INSS, em uma investigação sobre desvios.

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19/03 às 19:06

Pontos principais

  • A defesa da empresária Roberta Luchsinger alegou ao STF que um relatório da PF sobre suspeita de propina envolvendo Lulinha contém erro.
  • O relatório da PF sugere que Roberta pagou R$ 641 mil a uma agência de viagens usada por ela e Lulinha, após receber mais de R$ 1 milhão do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS).
  • A defesa argumenta que os pagamentos à agência de viagens ocorreram antes dos recebimentos do Careca do INSS, invalidando a premissa da PF.
  • Advogados de Roberta classificam o relatório como uma "tentativa enviesada, ilegal e frustrada de incriminar uma pessoa inocente".
  • A PF, por sua vez, informou que não comenta investigações em andamento, mas que os trabalhos são conduzidos com rigor técnico e imparcialidade.
  • A suspeita sobre Lulinha surgiu de um depoimento de ex-funcionário do Careca, que alegou que o lobista pagava uma mesada de R$ 300 mil ao filho do presidente para lobby em vendas de canabidiol ao Ministério da Saúde.
  • A defesa de Roberta afirma que os pagamentos que ela recebeu do Careca referem-se a serviços prestados na área de cannabis medicinal e que ela não transferiu dinheiro para Lulinha.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Roberta Luchsinger (empresária)Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS)André Mendonça (ministro)Bruno Salles (advogado)

Organizações

Supremo Tribunal Federal (STF)Polícia Federal (PF)Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)CoafMinistério da Saúde