De 'mato de comer' à alta gastronomia: agrônomo aposta em plantas comestíveis e duplica faturamento em 2 anos no ES
Um agrônomo no Espírito Santo aposta em plantas alimentícias não convencionais (PANCs), microverdes e flores comestíveis, dobrando o faturamento em dois anos e conquistando espaço na alta gastronomia.
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12/04 às 04:01
Pontos principais
- O agrônomo Giliard Prúcoli e o empresário Jadiel Assunção desenvolveram um negócio lucrativo com PANCs, microverdes e flores comestíveis no Espírito Santo.
- A produção, que inclui capuchinha, ora-pro-nóbis, taioba, azedinha e versões em miniatura de vegetais, é utilizada na alta gastronomia.
- O projeto, iniciado em Xuri, Vila Velha, dobrou o faturamento em pouco mais de dois anos, expandindo a estrutura de cultivo.
- A empresa adota práticas sustentáveis, como o reaproveitamento de substrato e o uso de embalagens biodegradáveis.
- A produção mensal é de cerca de 4 mil unidades, distribuídas no Espírito Santo e em São Paulo.
- O sous chef Pedro Cardozo Thomazini destaca o uso das PANCs para compor sabor, acidez, amargor e toques picantes em pratos.
- Apesar do estranhamento inicial, os produtores veem um crescimento no mercado de plantas comestíveis, que oferecem valor estético e nutricional.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Giliard Prúcoli (agrônomo)Jadiel Assunção (empresário)Pedro Cardozo Thomazini (sous chef)
Organizações
g1 ESTV Gazeta
Lugares
Espírito SantoXuriVila VelhaGrande VitóriaSão Paulo
