CPI questiona Meta sobre lucros da bigtech com o crime na internet
A CPI do Crime Organizado do Senado questionou a Meta sobre os lucros da empresa com a prática de crimes em suas plataformas digitais, incluindo fraudes, golpes e exploração sexual de crianças e adolescentes.
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24/02 às 16:13
Pontos principais
- A CPI do Crime Organizado do Senado questionou a Meta sobre ganhos econômicos com crimes em suas plataformas.
- O relator, senador Alessandro Vieira, sugeriu que lucros com anúncios de golpes incentivam a manutenção de conteúdos criminosos.
- A diretora da Meta para a América Latina, Yana Dumaresq Sobral Alves, negou interesses econômicos em fraudes e golpes.
- A Meta enfrenta ação judicial nos EUA por supostamente facilitar exploração sexual de crianças e adolescentes.
- Documentos internos vazados da Reuters indicam que a Meta obteve US$ 16 bilhões em 2024 com anúncios de golpes e produtos proibidos.
- A diretora da Meta não soube responder a várias questões, levando o relator a reiterar a convocação do diretor-geral da empresa no Brasil.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alessandro Vieira (relator da CPI)Yana Dumaresq Sobral Alves (diretora de políticas econômicas para América Latina da Meta)Conrado Leister (diretor-geral da Meta no Brasil)
Organizações
MetaComissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do SenadoWhatsappFacebookInstagramXUnião EuropeiaReutersHuman Trafficking Institute
Lugares
Estados Unidos (EUA)Brasil
