Copom? Mercado deve seguir de olho em conflito no Oriente Médio, para além de juros
A decisão do Copom de cortar a Selic em 0,25 p.p. pode ter menos impacto nos mercados do que os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que intensificou os riscos inflacionários e levou a um tom de cautela no comunicado.
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18/03 às 19:56
Pontos principais
- O Copom cortou a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,75% ao ano.
- Especialistas acreditam que o conflito no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã, pode ter maior impacto nos mercados do que a decisão do Copom.
- A escalada do conflito foi central no comunicado do Copom, justificando a cautela e um corte menor do que o esperado por alguns economistas.
- O Comitê destacou que os riscos inflacionários se intensificaram devido ao conflito.
- O FOMC manteve a taxa de juros nos EUA, com Jerome Powell enfatizando a vigilância sobre o conflito no Oriente Médio e seu potencial inflacionário.
- A reação dos mercados brasileiros tende a ser moderada, com a curva de juros podendo fechar e a bolsa mantendo um viés construtivo.
- O câmbio pode seguir pressionado devido à redução do diferencial de juros e ao aumento da incerteza externa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rafael Rondinelli (economista da MAG Investimentos)Carlos Lopes (economista do Banco BV)Bruno Perri (economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos)Jerome Powell (chairman do Fed)Raphael Vieira (co-head de Investimentos da Arton Advisors)
Organizações
Comitê de Política Monetária (Copom)Banco Central do BrasilMAG InvestimentosBanco BVInfoMoneyForum InvestimentosFederal Open Market Committee (FOMC)FedArton Advisors
Lugares
Oriente MédioBrasil
