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Contra violência e por reforma agrária, mulheres do MST ocupam terras

Mulheres do MST ocupam latifúndios em sete estados brasileiros como parte da Jornada Nacional de Lutas, defendendo a reforma agrária popular e combatendo a violência de gênero, o trabalho escravo e a grilagem de terras.

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10/03 às 16:44

Pontos principais

  • Mulheres do MST iniciaram ocupações de latifúndios em sete estados brasileiros em 8 de março.
  • A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres do MST, focada na reforma agrária popular e no combate à violência de gênero.
  • Nove propriedades foram ocupadas, alegadamente por crimes como trabalho escravo, grilagem e devastação ambiental.
  • Ayala Ferreira, da coordenação nacional do MST, destacou a importância da jornada para enfrentar crimes do latifúndio e a escalada de violência contra mulheres.
  • Além das ocupações, a jornada inclui marchas, bloqueios de estradas e atos em 13 estados e 23 municípios.
  • O movimento busca expressar a capacidade de organização e resistência das mulheres da classe trabalhadora.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ayala Ferreira (coordenação nacional do MST)

Organizações

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)Inmet

Lugares

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