Consórcio não é só carro e imóvel: veja o que dá para fazer (e quais os limites)
O consórcio evoluiu para além de carros e imóveis, permitindo a aquisição de serviços, reformas, equipamentos e até abertura de negócios, mas sempre com finalidade definida e regras claras.
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10/04 às 12:00
Pontos principais
- O consórcio, tradicionalmente associado a carros e imóveis, expandiu-se para incluir serviços, reformas, equipamentos e abertura de negócios.
- Pode ser usado para educação, procedimentos médicos, viagens, intercâmbios e compra de equipamentos profissionais.
- A carta de crédito não é dinheiro livre; possui uma finalidade definida desde o início e o valor é pago diretamente ao fornecedor do serviço ou bem.
- Existem regras e comprovações, como apresentação de orçamento e aprovação da administradora, para garantir a correta aplicação do crédito.
- O consórcio também pode ser uma ferramenta de reorganização financeira, permitindo a quitação de financiamentos com juros por uma estrutura de taxa de administração.
- Erros comuns incluem a expectativa de acesso rápido ao crédito, já que a contemplação depende de sorteio ou lance e pode levar tempo.
- A modalidade é mais eficaz para objetivos planejados e decisões que não exigem urgência, perdendo sentido em situações de necessidade imediata de recursos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Pércio Arraes (especialista em consórcio e sócio do Grupo Nexco)Bruno Borges (CPO e CMO do Mycon Consórcios)Pedro Afonso Gomes (economista e membro do Conselho Federal de Economia (Cofecon))
Organizações
Grupo NexcoMycon ConsórciosConselho Federal de Economia (Cofecon)XP
