Como fica o governo do Rio de Janeiro após STF adiar julgamento sobre eleições
O STF adiou o julgamento sobre a forma de eleição para o governo do Rio de Janeiro, mantendo a indefinição e a instabilidade institucional, com o desembargador Ricardo Couto no comando interino.
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10/04 às 15:45
Pontos principais
- O STF adiou o julgamento que decidirá se a eleição para o governo do Rio de Janeiro será indireta (pela Alerj) ou direta (pelo voto popular).
- A decisão mantém o desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ, no comando interino do Palácio Guanabara.
- O adiamento prolonga um cenário de instabilidade institucional, após a renúncia de Cláudio Castro e Thiago Pampolha, e a prisão de Rodrigo Bacellar.
- O ministro Flávio Dino pediu vista, mas o placar parcial está em 4 a 1 a favor da eleição indireta, com Cristiano Zanin sendo o único a defender a eleição direta.
- A tendência no STF é optar pela eleição indireta devido à dificuldade logística de organizar uma eleição direta extra no mesmo ano.
- Cláudio Castro foi condenado pelo TSE e se tornou inelegível, renunciando ao cargo antes do julgamento.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ricardo Couto (presidente do Tribunal de Justiça do Rio)Cláudio Castro (governador eleito do Rio de Janeiro)Thiago Pampolha (vice-governador do Rio de Janeiro)Rodrigo Bacellar (presidente da Alerj)Flávio Dino (ministro do STF)André Mendonça (ministro do STF)Nunes Marques (ministro do STF)Cármen Lúcia (ministra do STF e presidente do TSE)Luiz Fux (ministro do STF)Cristiano Zanin (ministro do STF)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)Assembleia Legislativa do Estado (Alerj)Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ)Tribunal Superior Eleitoral (TSE)Polícia FederalEstadãoCeperjUerj
Lugares
Rio de JaneiroPalácio Guanabara
