Como Benjamin Graham analisaria techs brasileiras? XP faz análise “às cegas” do setor
A XP realizou uma análise "às cegas" de ações de tecnologia brasileiras, inspirada em Benjamin Graham, para avaliar os fundamentos das empresas e identificar oportunidades de investimento em um setor que consideram subvalorizado.
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20/03 às 06:10
Pontos principais
- A XP conduziu uma análise "às cegas" de empresas de tecnologia brasileiras, seguindo o método de Benjamin Graham, para focar nos fundamentos sem viés narrativo.
- Foram analisadas as métricas financeiras e de valuation de Bemobi, Intelbras, LWSA, Positivo e Totvs, referindo-se aos resultados do 4T24 e 9M25.
- Os analistas da XP concluíram que as ações de tecnologia no Brasil estão sendo avaliadas de forma excessivamente conservadora em relação aos seus resultados e múltiplos históricos.
- A abordagem orientada a valor, baseada em geração de resultados, consistência de crescimento, rentabilidade, estrutura de capital conservadora e margem de segurança, é considerada poderosa neste contexto.
- A análise classificou as empresas em três grupos: alta qualidade com prêmio justificado, crescimento de dois dígitos e alta rentabilidade a preços razoáveis, e múltiplos baixos em relação à capacidade de geração de resultados.
- Totvs e Bemobi foram os principais destaques positivos, com forte crescimento de receita e EBITDA, além de margens elevadas.
- LWSA apresentou bom crescimento de EBITDA/LPA, enquanto Intelbras e Positivo tiveram trajetórias de crescimento de receita mais desafiadoras, com a Positivo apresentando ROIC abaixo do custo de capital.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Benjamin Graham (mentor de Warren Buffett)Warren Buffett
Organizações
XPBemobi (BMOB3)Intelbras (INTB3)LWSA (LWSA3)Positivo (POSI3)Totvs (TOTS3)
Lugares
Brasil
