Como avaliar o risco de crédito no portfólio de um FII de “papel”? Gestor explica
Flávio Cagno, gestor da Kinea, explica as diferenças entre o risco de crédito corporativo e o risco de crédito estruturado via CRI em Fundos Imobiliários de papel, destacando a maior proteção oferecida pelos CRIs.
|
25/03 às 14:50
Pontos principais
- A recuperação extrajudicial do GPA gerou preocupações sobre o risco de crédito em FIIs, especialmente os de papel com exposição ao varejo.
- Flávio Cagno, da Kinea, diferencia o risco de crédito corporativo tradicional do risco estruturado via CRI, mesmo com exposição ao mesmo devedor.
- CRIs oferecem maior proteção ao investidor devido à estrutura do instrumento, que prioriza o pagamento de aluguéis como despesa operacional.
- A existência de garantias reais, como o próprio imóvel, e o interesse do proprietário em manter o ativo gerando renda, adicionam segurança aos CRIs.
- Mesmo em cenários extremos, como a saída de um locatário, a localização dos ativos e a possibilidade de um novo ocupante reduzem o impacto.
- Cagno conclui que o crédito imobiliário via CRI é mais resiliente e defensivo em comparação ao crédito corporativo comum.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Flávio Cagno (sócio e gestor da Kinea)
Organizações
Grupo Pão de Açúcar (GPA)KineaB3
